Momento em que Albert Pereira foi preso por policiais militares
Armas e munições apreendidas com Albert

O caso aconteceu na manhã dessa sexta-feira (8), na agência do Banco do Brasil, no núcleo Cidade Nova, em Marabá, estado do Pará, distante 220 km de Imperatriz.

O vigilante Albert Pereira Morzinho fez cinco funcionários como reféns e após passar por mais de uma hora com as vítimas sob a mira de armas de fogo, resolveu se entregar e liberá-las, tendo em vista que a Polícia Militar foi acionada e cercou a área.
De acordo com o coronel Franklin Roosevelt Wanzler Fayal, comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, ele tentou sair da unidade com dinheiro quando iniciou a ação e estaria com problemas psicológicos.
“Ele está com problemas pessoais, psicológicos, rendeu funcionários na chegada para o trabalho e tentou sair com certo volume em dinheiro. A PM foi acionada, fizemos o isolamento da área, negociamos e ele liberou as vítimas”, afirmou o coronel, acrescentando que o vigilante foi preso e apresentado na Delegacia de Polícia Civil.
O comandante comemorou não ter havido vítimas na ação. “Conseguimos negociar e preservar vidas, que é o mais importante, todos saíram ilesos, inclusive ele. Durante a negociação ele entendeu que poderia sair dessa situação ileso e se entregou”, disse. Foi durante a negociação que Alberto Morzinho afirmou estar sofrendo um transtorno pessoal. “Agora cabe à Polícia Civil investigar o que, de fato, aconteceu”.
Com Albert, os policiais apreenderam dois revólveres calibre 38 e muita munição.